terça-feira, 20 de setembro de 2011

Como falar do que não se viu.


Olá pessoas! Semana passada não pôde ir à aula da professora Alessandra por isso nessa postagem não vou falar sobre o que rolou na aula. Mas se eu não pude ir pra aula deve ter tido um motivo importante e realmente foi, na semana passa estava ocorrendo em no Colégio 2 De Julho a XVII jornada da SINPRO/BA – pra quem é desinformado SINPRO = Sindicato dos professores. O tema desse ano da SINPRO é “Respeito e Valorização: Defenda esta união” trabalhando em cima de uma pedagogia da transgressão. A jornada apesar de ser para professores foi aberta para o publico discente e, portanto foi possível fazer reflexões e tirar proveito dos assuntos discutidos em pauta. A jornada teve duração de dois dias e foi aberta por uma conferência do Prof. Wagner Vinhas(UFBA). Em seu discurso o professor Vinhas trabalhou o tema “ Por uma pedagogia da transgressão”, que é uma reflexão sobre o papel do educador como um agente a quebra os paradigmas vigentes na educação, o professor questiona também a revisão dos estereótipos de uma classe unificada, ou seja, de uma negação das diversidades étnicas dentro do ambiente escolar. Após a conferência do professor Vinhas varias mesas de discussões foram oferecidas e a escolhida por mim foi: “Ensino de História: Pontes entre a Prática Docente e a Pesquisa” nessa mesa três professores universitários falariam sobre os seguintes temas “Produção de livros didáticos de História: Incorporando tendências de Ensino”, “Materiais didáticos produzidos por alunos do Estagio Supervisionado em Historia na UEFS” e “Representações da historia e da docência entre alunos da licenciatura em historia da UFRB”, mas infelizmente os professores que discutiriam os dois últimos temas não puderam comparecer. Entretanto a discussão sobre a produção de matérias didática conduzida pelo professor Leandro Antônio de Almeida (UFRB) foi bastante valida, não só para que faz História por que pedagogos estavam presentes na sala e abriram a discussão por uma perspectiva que possibilitava que o assunto fosse cabível a qualquer disciplina. Na sexta eu fui pra mesa “A importância da memória na construção das identidades de gênero” que foi ministrada pela socióloga Rita Moreira (FACED/UFBA) e pela fonoaudióloga Ariane Costa (Faculdade da Felicidade /Olga Mettin/UNIME). Essa mesa foi muito inusitada – tipo aula de Alessandra- como duas áreas que não tem nada em comum pode estar trabalhando em conjunto, e foi isso que ficou esclarecido no primeiro momento, com a fonoaudióloga Ariane explicando que estava fazendo um trabalho na área da memória. A primeira parte da discussão da mesa foi uma explanação sobre o que é memória os tipos de memória e varias dinâmicas em grupo para testar a nossa memória – me senti na aula de Alessandra cheia de dinâmicas- e no segundo momento foi a vez da socióloga Rita Moreira explanar sobre o seu assunto que era a construção do conceito do que é ser “mulher” e o papel da memória na ratificação desse conceito – é valido citar que a explanação dela não se restringia  a mulher e que um abordagem do mesmo tema poderia ser feita trabalhando o conceito do que é ser homem, ser idoso, ou a até mesmo a construção de conceitos históricos entre outros. E isso ai galera falar sobre tudo é impossível, mas eu falei o máximo que consegui. Mais uma vez desculpas pelo atraso da postagem, fico por aqui e agente se fala, ou melhor, se lê na próxima semana.   

Escravos de Jó! Sério ?!


Olá, galera! Demorei, mas olha eu aqui. Devido a algumas complicações não fiz minhas postagens antes, mas agora isso será resolvido rsrsrsrs. Na semana retrasada –se na me falha a memória- a professora Alessandra, no primeiro momento da aula, realizou uma dinâmica que conseguiu ultrapassar todas as minhas especulações de coisas estranhas que poderiam ocorrer na aula dela. Para surpresa minha e geral ela pediu que fizéssemos uma roda e dançássemos e cantássemos “Escravos de Jó”, como assim fazer uma rodinha na faculdade?! É mas foi isso mesmo que aconteceu. Como sempre as dinâmicas dela por mais esdrúxula que pareçam sempre têm uma explicação, ou seja, sempre rendem reflexões interessantes sobre trabalho em grupo, colaboração, paciência e outras muitas coisas necessárias na vida acadêmica e futuramente na sala de aula. Depois da dinâmica e um momento de reflexão sobre esta ficamos em grupos e passamos a ler se discutir a transcrição do discurso da professora Juvaní. A realidade enfrentada pela professora Juvaní realmente foi inspiradora, pois mostra que apesar das dificuldades financeiras e sociais encontrada por ela Juvaní em momento algum desiste de seu oficio. Após a leitura do texto passei a entender que o professor não feito na academia, mas sim na fidelidade com qual você se dedica a sua profissão e o compromisso que você tem para com a formação ética, social e política dos seus alunos. Aprendi que pra ser professor é necessário ser humilde reconhecer suas fraquezas e correr atrás para recuperar essas falhas. É isso ai galera desculpas pelo atraso, mas estou aqui postando sobre a aula mesmo com um grande atraso.                

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Só assim pra eu criar um blog


Olá pessoas caso vocês não saibam eu faço faculdade de História pela Ufba e estou cursando o segundo semestre.
Essa semana eu tive a minha primeira aula de Didáticas e Práxis Pedagógica 1, e pra minha surpresa a professora pediu para nós criarmos esse blog e postarmos semanalmente criticas sobre a aula e os objetos de discussão em classe como textos e filmes. 
Meu pensamento era de que isso provavelmente não seria nada agradável ou interessante de fazer, sendo esse o motivo de não ter criado um blog até hoje, mas para minha surpresa essa experiência por enquanto está sendo muito prazerosa e na minha concepção esse promete ser um bom espaço para diálogos futuros.
Aguardo ansiosamente pelas próximas aulas e vocês vão poder ver postagens minhas semanalmente sobre alguns temas discutidos na matéria de Didática 1 e talvez pelas discussões surgidas nas outras disciplinas do meu curso afinal de contas por que não discutir sobre esses outros pontos.